Fimec 2018

Fimec tem resultados antes mesmo de começar

Fimec tem resultados antes mesmo de começar

A Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) terá início apenas nesta terça-feira (15), a partir das 10h, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, mas já apresentou resultados. Nesta segunda-feira, 14, foram realizadas rodadas de negócios do Projeto Comprador Internacional, com a participação de 13 clientes: um da Argentina, dois do Equador, quatro do Peru, dois da Colômbia e um da Guatemala, além de três distribuidores de máquinas mexicanos. A ação é do Projeto Brazilian Machinery, uma parceria da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas para Couro e Calçados (Abrameq) com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
 

O equatoriano Christian Orbe, da indústria de calçados mais antiga do seu país, a Inducalsa, tem foco na produção de sapatos escolares. Localizada em Quito, a empresa tem produção diária de 2.500 pares de calçados. Ele relata que “percebemos a necessidade de atualização tecnológica em nossa empresa e sabemos que o Brasil é a melhor opção como fornecedor desta tecnologia”. Christian destaca que esta é uma situação de várias empresas equatorianas. Então, “mesmo em um quadro de retração econômica, sabemos que precisamos investir, adquirindo máquinas que resultem em redução de custo na nossa produção, o que nos dará maior competitividade”.
 

Fornecedora de couros acabados para a indústria calçadista do Peru e exportadora de wet blue, a Inversiones Harod, de Trujillo, localizada no norte peruano. Manuel Aredo Ocas, da empresa peruana, está pela primeira vez na Fimec, mas já conhece as máquinas brasileiras. “Adquirimos várias e elas são muito boas, porque são de alta tecnologia e apresentam desempenho muito bom em termos de cuidado ambiental, o que é muito importante em nosso setor”, afirma.

Um dos distribuidores de máquinas no mercado mexicano, Roberto Novoa, destaca que o Brasil tem melhorado muito na qualidade e diversidade de modelos de máquinas. Observa que “o mercado mexicano de calçados apresenta duas situações diferentes: quem investiu na consolidação de suas marcas, está muito bem, enquanto os demais enfrentam momento de dificuldade”.

Entre os fabricantes brasileiros, o quadro é de otimismo em relação às vendas nesta Fimec. Luiz Amaro, da Máquinas Kehl, garante que “estamos com expectativa muito boa, principalmente em relação aos compradores da América Latina, porque é uma região que está se movimentando no sentido de produzir mais e melhor”. Acrescenta que “o Brasil tem todas as condições para atender a esta demanda das indústrias destes países, porque as nossas máquinas melhoraram muito em qualidade técnica, produzindo bem com economia”. Amaro ainda acrescenta que “a proximidade, identidade cultural e a confiança que as nossas empresas conquistaram fazem com que sejamos a melhor opção para os clientes da América Latina”.
 

Nesta terça-feira, 15, os compradores participantes do projeto farão visitas guiadas aos estandes das empresas brasileiras. Quarta-feira, 16, será a vez das visitas guiadas serem realizadas por um grupo de empresários da colombiana Bucaramanga.

Mais Notícias

13 Dez 2017

Fábrica Conceito apresentará sistema de automação para cal ...

CONTINUE LENDO
13 Dez 2017

42ª Fimec é sinônimo de tecnologia para calçadistas

Feira profissional acontece entre os dias 6 e 8 de março de 2018

CONTINUE LENDO
VER TODAS NOTÍCIAS
Patrocínio
Apoio
Apoio Institucional
Apoio Institucional
Realização